Rapaz é impedido de doar sangue por "parecer gay"

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Nos Estados Unidos, Aaron Pace, 22 anos, morador de Gary, no Condado de Lake, foi ao banco de sangue Bio-Blood Components Inc e, durante o processo de triagem, foi informado que não podia doar sangue porque parecia ser homossexual. Aaron pretende processar a instituição.
Aaron Pace, 22 anos, morador de Gary, no Condado de Lake, foi informado que não podia doar sangue porque parecia ser homossexual.
 “Fui humilhado e envergonhado. Não é justo que moradores de rua possam doar sangue e homossexuais não. E eu nem sou homossexual”.
Por quase 30 anos, homens que tiveram relações sexuais com outros homens, em qualquer momento desde 1977, foram impedidos de doar sangue devido a um suposto alto risco.
Finte: UOL
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Britney Spears fará shows no Brasil em novembro

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Foram confirmados nesta Terça-feira (26) os shows que Britney Spears fará no Brasil em novembro. A informação foi divulgada no site da produtora Time For Fun.

A cantora americana se apresenta no Rio de Janeiro (no dia 15, na Apoteose) e em São Paulo (18, na Arena Anhembi). Serão as primeiras apresentações da popstar desde que ela se apresentou na terceira edição do Rock in Rio, em 2001. Ainda não há informações sobre preços dos ingressos.

Britney começou a turnê do CD “Femme fatale” em Sacramento, na Califórnia, em junho. De acordo com o site da revista “Rolling Stone”, ela cantou nove músicas de seu disco mais recente, incluindo a primeira do show, “Hold it against me”. No bis, as escolhidas foram “Toxic” e “Till the world ends”. Outras faixas lembradas foram “3” e “Piece of me”. 

Uma ótima notícia pra você que é fã da loirinha e já espera por esse show há 11 anos.

Bruna Surfistinha diz que faz muito sucesso com o público Gay

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Depois do programa exibido na TV Record, Valesca Popozuda e Bruna Surfistinha conversavam com os peões sobre o sucesso da música que diz “Hoje eu não vou dar, eu vou distribuir”.

Enquanto a funkeira falava que compor não era muito o forte dela, Bruna comentou que a música que trilha o filme sobre a sua vida é muito associada a ela pelo público por causa da letra e do sucesso do longa.

A ex-garota de programa ainda completou: “Meu público gay é forte”. Valesca retrucou: “O meu também”. 

Bruna se apresenta nas boates gay mais famosas do Brasil como DJ. Sua carreira nas pistas de dança alavancou, depois que ela fez o maior sucesso com o seu filme que foi estreado esse ano e foi recorde de bilheteria.

Gays criam uma nova modalidade esportiva nos EUA

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 Esportistas Gays se uniram nos Estados Unidos e criaram o Flag Football, adaptação menos bruta do futebol americano.

O objetivo do Flag não é derrubar o oponente, mas arrancar as bandeiras que ele leva presas na cintura. Contatos muito violentos são considerados faltosos.
Já são 30 equipes de Flag Football nos Estados Unidos e os jogadores contam até com patrocínio de companhias aéreas, redes de hotéis e marcas de cerveja. Atualmente já existem até escolinhas e campeonatos infantis com a nova modalidade de esporte Gay.
O Flag Football foi idealizado pelo jornalista Jim Buzinski, que é Homossexual. Ele também criou um site cujo público-alvo são os esportistas Homossexuais, o http://outsports.com/
“Percebi que publicações voltadas para o público Gay não se interessavam muito em cobrir esportes.
Jim conta que já foi procurado por vários atletas interessados em revelar sua Homossexualidade através de seu site.
Uma das histórias contadas no site é a do jogador brasileiro Michael, do Vôlei Futuro. Na última temporada da Superliga, ele foi ofendido pela torcida homofóbica do Cruzeiro durante o jogo.

Turismo LGBT cresce 20% ao ano no Brasil

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O turismo está com os olhos voltados para o exigente segmento LGBT e se adequa as necessidades do nosso público. “Não basta colocar na frente do estabelecimento a bandeira colorida, é preciso capacitar os profissionais”, disse Heitor Ferreira Filho, da ABRATGLS, em palestra. “Mas, antes de qualquer iniciativa, é preciso derrubar preconceitos e rótulos”.

Para quem tem interesse em melhor atender o público LGBT, Ferreira dá dicas simples e importantes. “O grande segredo é atender de forma igual e natural; simples assim”. Na prática, alguns cuidados devem ser tomados. Na reserva, por exemplo, o atendente não deve determinar por si só as acomodações com base nos nomes; o correto é dizer quais os tipos de quartos oferecidos e perguntar qual é o pretendido.

Os detalhes também são importantes. Muitos hotéis oferecem, por exemplo, pares de chinelos nas cores azul e rosa, pressupondo a recepção de um casal heterossexual. Melhor dar preferência para a cor branca. Mas, se os pares forem ambos azul ou rosa, vai mostrar que o serviço foi pensado especificamente no cliente e indica cortesia.

Outra dica é preparar todos os funcionários do estabelecimento para lidar de forma adequada com o público LGBT. As regras gerais devem, sempre, serem as mesmas para qualquer hóspede, inclusive no caso de beijos e afetos públicos. O estabelecimento é que determina se são ou não permitidos.

Para se ter ideia do potencial do público, o turismo destinado ao nosso segmento cresce 20% ao ano no Brasil, de acordo com o diretor da Embratur, Marco Lomanto. Outro dado importante para a cadeia produtiva do turismo é que nós gastamos em média 30% a mais que o turista de outro segmento.

Internet ganha página que reúne produtos e serviços LGBT’s

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A internet ganhou um novo sistema de busca em nível nacional, elaborado para o fim de utilidade pública, com objetivo de reunir em um único espaço todos os sites, blogs, prestadores de serviço, produtos e estabelecimentos comerciais para o público Gay Friendly, em toda sua diversidade.

O Ugay (Universo Gay) é um sistema de busca que funciona, por outro lado, como um fio condutor de interesses, pois permite uma melhor conexão entre o público Gay e os prestadores de serviços, produtos e estabelecimentos comerciais que aplicam de forma clara e honesta a visão Gay Friendly.

O objetivo do Ugay é ampliar, de forma livre e democrática, seu negócio através de um site totalmente focado num universo ainda paralelo, com um único interesse de segmentar para facilitar e não segregar.

Você já pode registrar gratuitamente no Ugay seus serviços, produtos e estabelecimentos comerciais, de qualquer lugar do Brasil.

Rastreado pelo “gaydar”

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Diz a lenda que um gay é capaz de identificar outro a quilômetros de distância. Para isso, basta seguir seu “gaydar”, expressão que significa “radar para gays” e costuma ser usada para identificar a capacidade de uma pessoa em apontar se outra é ou não homossexual. Evidentemente, o “gaydar” não tem nada de científico. Ele se baseia apenas em impressões. Pois isso está mudando. Nos últimos meses, uma onda de aplicativos para iPhone, iPad e iPod touch passou a oferecer acesso a redes sociais gays usando a ferramenta que faltava para o gaydar definitivo: o GPS. Mas como o sistema de geoposicionamento via satélite ajuda a localizar os gays que estão nas redondezas?

Primeiro, é preciso se cadastrar na rede social destinada a quem é gay, bissexual, ou, no mínimo, curioso. A rede exibe as informações básicas de cada usuário, com nome, foto, idade, medidas e uma breve descrição pessoal. Uma vez que o usuário é cadastrado, seu celular passa a fornecer os dados sobre sua localização, em tempo real, para outros membros da rede. A informação é obtida pelo GPS do celular e fica disponível para todos os usuários. O dispositivo até apita! O sinal sonoro serve para avisar que chegou uma mensagem. Se a foto do remetente despertar o interesse, o passo seguinte é iniciar uma conversa. Dependendo do apetite sexual de ambos, é possível que acordem juntos no dia seguinte.

É claro que nem todo encontro que começa com apito no celular precisa ir até as últimas consequências. Algumas amizades também podem surgir. Os perfis são organizados a partir da pessoa que está mais perto até o mais distante. Nos chats (salas de bate-papo que funcionam dentro do aplicativo), é possível trocar fotos com privacidade. O Purpll permite entrar em salas com temas específicos, como “jovens” e “travestis”. O Qrushr tem uma versão só para lésbicas – sem grande adesão. Os aplicativos podem ser baixados gratuitamente, embora alguns tenham versões pagas. O de maior sucesso é o Grindr, que acaba de lançar sua versão também para BlackBerry. Unanimidade entre os gays, ele foi lançado em março de 2009 e baixado por 1,3 milhão de pessoas em 180 países, incluindo Albânia, Quirguistão, Cuba e até o Irã, onde, segundo o presidente, Mahmoud Ahmadinejad, não existem gays. Nos Estados Unidos, recordista em usuários, eles já são quase 600 mil.


No Brasil, o alcance ainda é pequeno: pouco mais de 13 mil usuários estão cadastrados – quase a metade na cidade de São Paulo. “Ele é ótimo porque você pode ir para qualquer grande cidade do mundo e encontrar gays locais sem dificuldade”, diz Joel Simkhai, criador do aplicativo. “Todas as pessoas têm conexões perdidas, como o cara que vive em seu prédio e você nunca conheceu.” É aí que os gaydares como o Grindr encurtam o caminho.

O economista Rafael Bianchini, de 28 anos, conheceu uma dezena de pessoas em menos de três meses usando o Grindr. Embora afirme que procurar sexo não seja sua prioridade, Bianchini sabe quais são as intenções das pessoas com quem conversa: “Estou ali para encontrar as pessoas, e não para fazer amigos”. Para Diego Bernadinelli, analista de sistemas, o aplicativo foi ainda mais útil: “Não há gays nos lugares que frequento”. Em cinco meses, ele saiu com 15 pessoas e mantém contato com pelo menos dez.

Por enquanto, o público homossexual masculino domina os aplicativos. “Os homens são mais abertos a conhecer parceiros on-line e sempre foram os primeiros a abraçar as oportunidades que as novas tecnologias trazem na busca de relacionamentos”, diz Simkhai. O criador do Grindr afirma que uma versão para o público heterossexual está sendo desenvolvida. “Nosso desafio é disponibilizá-lo para todos os públicos: homens, mulheres, heterossexuais ou gays, em qualquer lugar do mundo”, afirma. Gabriela Damasceno é lésbica, tem o Qrushr Girls e diz que o aplicativo ajuda mais a fazer amigas do que a encontrar parceiras. “Os homens vão mais atrás de sexo do que a mulher. Nós buscamos conhecer a pessoa.”
Seja por meio do Grindr, do Purpll, do Qrushr, o público gay não perde tempo. Então, cuidado: se por acaso essa for sua opção sexual e você prefere manter-se no anonimato, você pode estar sendo rastreado pelo GPS gay.