Monthly Archives: Junho 2011

Gays na China denunciam tratamentos médicos para "curar" homossexualidade

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Os gays chineses, considerados doentes mentais até 10 anos atrás, são hoje vítimas de processos que supostamente “curam” sua orientação sexual, em forma de tratamentos e remédios considerados uma fraude tanto pelo “pacientes” como pelos sexólogos.
cineasta e ator gay Xiaogang Wei
 “Não se pode dizer que curamos 100% das pessoas. Em teoria é assim, mas ninguém acreditaria se disséssemos assim”, assinala uma destas clínicas por telefone no documentário “Tratamentos que curam”, dirigido pelo cineasta e ator gay Xiaogang Wei, 35. O vídeo está disponível no site “Queercomrades.com”.
“Alguns destes tratamentos usam a psicoterapia e remédios, como alguns antidepressivos. No passado, inclusive, se usavam descargas elétricas para controlar as fantasias sexuais com pessoas do mesmo sexo do paciente”, disse Wei à agência de notícias Efe. Ele nasceu na região autônoma de Xinjiang e hoje mora em Pequim.

Em um país no qual ainda se discrimina os homossexuais apesar de sua acelerada abertura, estes continuam escondendo sua condição a suas famílias até o ponto de se casarem para evitar os rumores, por isso que são suas esposas as primeiras a recorrer ao tratamento.
 “Os tratamentos por uma hora podem custar a partir de R$ 73 (300 iuanes) só para conversar”, explica Wei, que lembra que um hospital da cidade oriental de Nanjing anunciava falsamente ter “curado mais de 300 gays”.

Um dos casos mais dramáticos divulgados pelo documentário é o do fotógrafo A Wen: “Estava muito apaixonado por um rapaz da minha cidade, em Chongqing. Sofria muito. Um dia tomei meio litro de licor, porque não aguentava mais a depressão. Chorava muito”. “Deixei de ir às aulas e o professor falou com meus pais. Essa foi a primeira vez que me mandaram a uma instituição mental. Chorava e dizia que estava tudo bem, mas os doutores não me escutavam. Não disse que bebia porque gostava de homens”, assinala Wen.

Na China, a homossexualidade foi considerada uma doença mental até 2001, quando começaram a surgir clínicas privadas para tratar aqueles que expressavam seu desejo de mudar de orientação. Apesar que o Ocidente sempre qualificou de discriminatório o fato de que a homossexualidade estivesse incluída na lista de doenças na China, o certo é que foi uma forma de proteger um grupo que até então era considerado um delito.

Os gays, que sofreram violentas perseguições na Revolução Cultural (1966-76) junto com “minorias”, como intelectuais, artistas, professores, comerciantes e religiosos, podiam assim evitar a prisão e submeter-se ao tratamento. Desde os anos 1950, esses “tratamentos” usavam descargas elétricas para frear as fantasias sexuais, e injetavam hormônios e, outro tipo de torturas, mas “nada funcionou”, afirma Wei.

“Durante um período determinado se considerou uma doença para proteger os gays do castigo penal, mas este período já terminou. Isso foi durante os anos 1960 e 1970 na China, influenciado pelo psicólogo alemão Richard Freiherr von Krafft-Ebing (1840-1902)”, explicou à Efe o sexólogo chinês Zhang Beichuan.
Cerca de 80% dos mais de 30 milhões de gays chineses sofrem de depressão e pânico devido a sua condição, por isso que o mercado potencial para estas curas fraudulentas é alto, como mostrou uma primeira e infrutífera tentativa de desembarque em 2007 por parte do movimento americano “ex-gay”, muito vinculado à cura mediante a iluminação religiosa. Dois anos depois foram lançadas cápsulas médicas para curar o homossexualismo, explica Wei – cujos benefícios se desconhecem, embora prometam modificar 100% a orientação sexual.

O principal motivo, explica o cineasta, é o dinheiro, mas também um mal-entendido: “o crer que se pode deixar de ser gay”. “Eles são normais, embora sejam uma minoria”, assinala Zhang. “Os tratamentos que oferecem só podem causar amargura, depressão e inclusive desejos de suicídio, já que os acusam de ser anormais”.

Tanto o autor como a sexóloga Li Yinhe, famosa por ter pedido diversas vezes a legalidade dos casamentos gays na China, coincidem que apesar desta situação, nos últimos cinco anos, a China experimentou uma enorme abertura.

“Acho que nestes 10 últimos anos se progrediu muito. Antes era um problema moral, como a prostituição e a droga, depois foi uma doença, o que já representou um avanço, e agora têm até seus próprios sites”, explica Li. O que falta é mais informação e educação entre a sociedade e na imprensa para frear a discriminação que ainda existe, concluem os dois sexólogos.
 Fonte: r7

Movimento gay pretende denunciar Myrian Rios à Comissão de Ética da ALERJ

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Em discurso no Plenário no dia 21 deste mês, enquanto era votado o PEC 23/2007, que inclui a orientação sexual entre as características pelas quais um cidadão não poderia ser discriminado, a Deputada Myrian Rios que milita no movimento de Renovação Carismática, subiu à tribuna e atacou o projeto, exigindo o direito de demitir um “motorista gay”.

“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”, afirmou Myrian no discurso. “Eu na minha casa, eu tenho primos e familiares lésbicas e homens homossexuais. O que eu posso fazer? São pessoas íntimas da minha família, que eu respeito, que eu amo, oro, rezo, clamo e vou fazer o que? É a opção sexual deles. Agora não os desrespeito, não sou preconceituosa, não deixo de conversar com eles, não deixo de amá-los como seres humanos e filhos de Deus. Mas não vou permitir que por uma desculpa de querer proteger ou para que se acabe com a violência e a homofobia, a gente abra uma porta para a pedofilia.” 

A reação da comunidade gay não demorou. Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), disse a entidade vai analisar o teor do discurso e encaminhar o caso à Comissão de Ética da Alerj.
– Ainda não ouvi o discurso todo, mas os trechos de que tomei conhecimento têm um teor fundamentalista. Ela faz parte de uma religião que já queimou gays na fogueira. Hoje ela quer queimar nossos direitos incentivando a discriminação. Fico triste, pois gostava do trabalho dela como atriz. Aliás, ela trabalhou com muitos gays na TV. Esperava que tivesse a mente mais aberta – disse ele.
A Deputada, por meio de sua assessoria, divulgou nota em que nega ter vinculado a homossexualidade à pedofilia e condenou a violência contra homossexuais, mas reiterou sua oposição à PEC 23/2007. Leia a seguir a íntegra da nota:

“Iniciei meu discurso de 21 de junho na tribuna da Alerj relatando a minha condição de católica, missionária consagrada da comunidade Canção Nova e, como tal, eu prego o respeito, o amor ao próximo, o perdão. Destaco que Deus ama a todas as pessoas, pois Ele não faz diferenciação. Em um dos trechos, afirmo: não sou preconceituosa e não descrimino.


“Repudio veementemente o pedófilo e jamais tive a intenção de igualar esse criminoso com o homossexulismo. Se entenderam desta maneira, peço desculpas. Conto na minha família com parentes e amigos homossexuais e os amo, respeito como seres humanos e filhos de Deus. Da mesma forma repudio a agressão aos homossexuais, pois nada justifica tamanha violência.

“Votei contra a PEC-23 por minhas convicções e não contra este ou aquele segmento de determinada orientação sexual.
Myriam Rios

Dep. estadual PDT”


Fonte Athosgls

Apesar da chuva, Parada LGBT de São Paulo reúne 4 milhões

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Mais de 4 milhões de pessoas
A organização da 15ª Parada do Orgulho LGBT fez uma estimativa de 4 milhões de participantes na noite deste domingo (26), minutos após o fim do evento, no Centro de São Paulo. A PM, no entanto, disse não ter um balanço do número de participantes.

Apesar da chuva, o público lotou a Avenida Paulista e a Rua da Consolação durante a manifestação, que teve início às 13h. O último trio deixou as ruas por volta das 18h30. Ao todo, 16 trios elétricos animaram o público.

“A gente bateu o recorde. Achamos que a chuva ia atrapalhar, mas foi o contrário. A Parada foi muito tranquila. Foi incrível. Nossa mensagem foi passada”, afirmou Leandro Rodrigues, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros. O tema deste ano foi: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!”

Rodrigues disse que o número de frequentadores ainda passará por uma checagem e que o dado preciso deverá ser divulgado até esta segunda-feira (27).

O desfile terminou na Praça Roosevelt, na região central. Para evitar confusões, a Polícia Militar colocou na região 1.500 policiais – foram 800 no ano passado. Além disso, a associação responsável por organizar a festa contratou 400 seguranças particulares.

Limpeza



Logo após a passagem do público pela Paulista, PMs fizeram um cordão para possibilitar a limpeza das ruas. Às 19h30, tanto a Paulista quanto a Consolação foram liberadas para o tráfego.


Novamente neste ano as fantasias deram o tom do evento. Várias pessoas aproveitaram também para protestar, como um grupo de índios do Alto Xingu (MT), que levou faixas contra a construção da usina de Belo Monte.
Preta posta foto no Twitter com Daniel e Jean Wyllys
 Ex-BBBs marcaram presença na Parada. Daniel, da última edição, fez parte de um dos trios.

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) também compareceu e discursou ao lado da senadora Marta Suplicy (PT-SP).

“Sinto que a luta ganha força a cada dia”

Considerada a diva da Parada, Preta Gil foi ao local e também falou sobre o evento. “Acredito na diversidade e na inclusão. Sempre fui militante da causa GLS porque é a minha causa e de todo ser humano que entende a complexidade de ser humano.” 
Fonte: Gay.com.br
Mais de 4 milhões de pessoas nas ruas da Av. Paulista, lutando pelos seus direitos, sem medo, sem receio, sem vergonha. Isso, em São Paulo, porque o Brasil inteiro estava junto torcendo. Com esses números, alcançamos o 2° lugar do maior evento do país, atrás apenas, da Marcha para Jesus. Será que ainda somos tão desprezíveis assim? 4 milhões!?
Por Camila Albino.

Para Gay de São Paulo, arrasta milhões na Paulista. (transmissão AO VIVO!)

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Apesar da chuva, Parada Gay reúne milhares em São Paulo. A cantora Preta Gil vai à Parada em trio elétrico. Antes de chegar à Paulista, ela falou sobre o evento. “Acredito na diversidade e na inclusão. Sempre fui militante da causa GLS porque é a minha causa e de todo ser humano que entende a complexidade de ser humano.”

Preta Gil em trio na Parada Gay

Assista a transmissão AO VIVO da Parada Gay de São Paulo. Link abaixo!
Assista ao Vivo!


Aos 15 anos, a Parada Gay ganhou um baile de debutante. A meta é juntar o maior número de casais para uma valsa em plena Avenida Paulista.


Assista a transmissão AO VIVO da Parada Gay de São Paulo. Link abaixo!

O deputado federal Jair Bolsonaro, responsável por polêmicas frases sobre os homossexuais, foi lembrado na 15ª Parada do Orgulho LGBT, que acontece neste domingo (26) na Avenida Paulista, em São Paulo. Um boneco representando o político foi amordaçado com uma bandeira colorida que simboliza o movimento gay.



Assista a transmissão AO VIVO da Parada Gay de São Paulo. Link abaixo!

Fonte: Globo.com e Uol.com.br

Senado de Nova York aprova o casamento gay (agora é pra valer!)

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População comemora em Nova York a aprovação do casamento gay pelo Senado na noite desta sexta-feira (24)

O Senado de Nova York, aprovou na noite desta sexta-feira (24), o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Estado, em uma histórica votação ao final de intenso debate sobre o tema.
A chamada “Lei de Igualdade Matrimonial” (Marriage Equality Act), foi aprovada por 33 votos contra 29, após uma série de modificações no projeto original. O texto apresentado pelo governador Andrew Cuomo, já havia passado na Câmara no dia 14 de junho.



Logo após a aprovação da lei, a comunidade gay iniciou a festa nos bairros de East Village e West Village, em Manhattan, revelou a TV local.

Com a decisão, Nova York se une aos estados de Iowa, New Hapmshire, Massachusetts, Connecticut e Vermont, e ao Distrito de Columbia (Washington DC) na permissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Fonte: Globo.com
“Quanto mais os conservadores lutam contra a união civil entre pessoas do mesmo sexo, mais o mundo dá a resposta que os faz calar: Igualdade. A luta é grande, a dor é muita, mas   a vitória sempre chega na hora certa. Parabéns aos novaiorquinos!”
Por Camila Albino

Tudo pronto para São Paulo “ferver” com a 15ª Parada do Orgulho Gay

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A cidade de São Paulo está pronta para receber no próximo domingo dia (26), a 15ª edição da Parada do Orgulho LGBT. Mais de três milhões de pessoas são esperadas para o evento, que terá como tema “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!”. Serão diversas atrações pela cidade. Confira!
Evento espera mais 3 milhões de pessoas
 A Parada do Orgulho LGBT nasceu tímida, em 1997, com a presença de pouco mais de duas mil pessoas. O movimento aos poucos se fortaleceu e ganhou a simpatia de muitos. Hoje, a festa é uma das maiores atrações turísticas do Brasil e deve gerar um faturamento de R$ 200 milhões. Por este motivo, a “ferveção” na cidade começa bem antes da Parada.
Os turistas gostam de se hospedar nos hotéis próximos à Avenida Paulista, local do desfile, que é abastecida pelas linhas verde, azul e amarela do Metrô, o que facilita o transporte. Além do mais, a região é de fácil acesso aos bairros de Pinheiros, República e Barra Funda, onde se concentram alguns dos principais clubes gays.

O que vai rolar
A programação de eventos é extensa. A organização da Parada promoverá um ciclo de debates para abordar temas de interesse ao público GLS em diversas regiões da cidade. No entanto, foi na quinta-feira, dia 23, que São Paulo começou a entrar no clima com a realização da 11ª Feira Cultural LGBT, no Vale do Anhangabaú.
Decoração no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista
A feira começou às 10 horas e atraiu pessoas de todas as idades. Você pode encontrar diversos tipos de barracas com CDs, artesanatos, roupas, fantasias, culinária e outros produtos voltados para o público gay. Casas noturnas e saunas também fazem exposições de suas festas. O local ainda tem espaços com orientações sobre DST e distribuição de preservativos.
Na sexta-feira (hoje), 24, ocorre o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, no Largo do Arouche, mas apenas para pessoas com convite. No sábado, 25, é a vez de muita diversão com o 11º Gay Day, no Playcenter, na Rua José Gomes Falcão, 20, na Barra Funda. No mesmo dia, ocorre uma caminhada lésbica na Avenida Paulista.
Preta Gil, será a diva do evento

No domingo, 26, é o grande dia: a Parada. A concentração começa pela manhã, em frente ao MASP (Museu de Arte de São Paulo). A partir das 12 horas, os participantes desfilarão pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, no sentido centro. O show de encerramento será às 19 horas, no Vale do Anhangabaú, mas não sabemos quem fará a apresentação, por falta de verba da prefeitura, houve o cancelamento da presença da cantora Wanessa. Preta Gil, será a diva do evento.
Para agitar a noite
Os clubes noturnos preparam festas agitadas para receber os turistas da Parada. As principais baladas abriram as portas ao longo da semana. Na The Week (Rua Guaicurus, 324, na Lapa), uma das mais famosas da cidade, a programação especial conta com a realização do Eterna Festival.
Bubu Lounge Disco (Rua dos Pinheiros, 791, em Pinheiros) abriu sua programação na quarta-feira com a festa Chic Celebration!. Na quinta, a boate fez uma programação apenas para as mulheres. Sexta, sábado e domingo a casa também realiza festas especiais para o público ferver.
Após reforma, o Megga Club (Achilles Orlando Curtolo, 646, na Barra Funda) reabriu as portas com duas baladas com os DJs Bill Halquistt e Sthepan Grondin, nos dias 23 e 25. Outro clube que promete agitar é o Trash 80’s (Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro), com festas animadas para eles e elas com hits do passado.
Flex Club (Av. Marquês de São Vicente, 1767, na Barra Funda) também prometeu muito agito com o show de Wanessa na quarta-feira. Na véspera da Parada, o clube fará nova festa, desta vez com Lorena Simpson.
As noitadas também prometem ser quentes na The L Club (Rua Luís Murat, 370, na Vila Madalena), clube voltado para as mulheres, e na Tunnel (Rua dos Ingleses, 355, na Bela Vista), com “caipirinha em dobro” nas festas de quarta, sexta e sábado. Ainda tem o tradicional Clube A Lôca (Rua Frei Caneca, 916, na Consolação), com apresentações de terça a domingo.
A cidade de São Paulo ainda possui roteiros alternativos com bares e restaurantes voltados ao público GLS (http://www.paradasp.org.br/). Site Oficial da Parada.

Para gastar e se hospedar
São Paulo é a cidade brasileira mais bem preparada para o setor hoteleiro. No entanto, os hotéis na região da Avenida Paulista são bem disputados para o evento devido à comodidade. Portanto, o preço varia muito de hotel para hotel, dependendo da categoria e do número de pessoas que ocupará o quarto. Se você quiser um preço razoável, hospede-se num bairro próximo e utilize o Metrô como meio de transporte.
Quem for participar da Parada do Orgulho LGBT ainda poderá aproveitar para fazer compras em São Paulo. A cidade possui uma infinidade de shoppings com lojas que atendem todos os gostos do público. O Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569, na Consolação), o Center 3 (Avenida Paulista, 2064, Cerqueira César) e o Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947, Bela Vista) são os que mais atraem o público GLS.

Obama defende direitos homossexuais

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Nesta quinta-feira(23), Obama disse que os homossexuais merecem ter os mesmos direitos que qualquer outro no país. O discurso aconteceu durante a primeira arrecadação de fundos com a comunidade gay em Nova York.

Ele recebeu vários aplausos durante seu discurso, que incluiu a leitura de uma carta recebida de um adolescente homossexual.

“Ele me disse que era gay. Ainda não tinha contado a seus pais, não se sentia a vontade de assumir sua sexualidade”, disse o presidente, que informou que o jovem de 17 anos aguardava o dia em que não precisasse mais sentir medo.

“Tenho certeza de que conseguiremos a igualdade que ele merece”, afirmou Obama, que adiantou que não será um caminho fácil.



Fonte Terra.com.br