Monthly Archives: Abril 2011

Noah’s Arc, seriado gay

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Fuçando os sites atrás de mais seriados com temática gay, achei esse interessante!! Nunca vi falar dele antes, mas creio que vale a pena conferir.
Sinopse:

“Noah’s Arc” conta a história de Noah, um aspirante a roteirista de cinema que tenta encontrar sucesso na profissão e em sua vida amorosa.

Em suas desventuras, Noah é acompanhado pelos amigos Alex, um orientador de pessoas portadoras do vírus HIV; Ricky, dono de uma loja de roupas e um sujeito sexualmente instável; e 
Chance, que tenta manter um relacionamento 
equilibrado com o namorado, Eddie, e com a filha dele.

Exibida pelo Logo, um canal GLS de pouco mais de um ano de idade e de 10 milhões de espectadores, “Noah’s Arc” se tornou cult, virando tema de debates acalorados na Internet. Seus atores já foram capas de inúmeras publicações gays e, segundo a produção, a audiência vem tendo também a adesão crescente de heterossexuais.

“Noah’s Arc” – que em português significa “Arca de Noé” mas também é uma brincadeira com o protagonista e as iniciais dos nomes dos seus amigos.


Por: Edkarla Aniceto
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Quem é quem em Queer as Folk

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Viciada em Queer as Folk, resolvi pesquisar pra saber quais os atores que realmente são gays na vida real… Vamos à lista!!

Brian – Gale Harold

Não fique triste, mas o ator que interpreta o personagem mais sexy de Queer as Folk, Gale Harold (foto), não é gay. Gale tem 41 anos de idade e 1,91m de altura. Um homem daqueles… Adora motocicletas italianas e seu hobby é comprá-las e restaurá-las. Trabalhou em teatro por muito tempo, desde os 28 anos de idade, antes de ir para a TV, onde participou de outras séries até chegar a Queer as Folk.
Também já foi carpinteiro, acredite quem quiser… Adora a cidade de Toronto, apesar de ter nascido nos EUA.

Michael – Hal Sparks


Na série Queer as Folk ele é o amigo de todas as horas de Brian (Gale Harold). Com jeitinho sensível e um pouco imaturo, o personagem é interpretado por Hal Sparks (foto). Mas Hal Sparks também não é gay. O gatinho vai completar 41 anos de idade em setembro, tem 1,73m de altura. É expert em artes marciais. Não toma nenhuma bebida alcoólica e sabe falar chinês mandarim!




Justin – Randy Harrison

Finalmente um gay! Randy Harrison, que interpreta o personagem Justin, adolescente rebelde na série Queer as Folk, tem 32 anos de idade, atua em teatro desde os 7 anos, e assumiu ser gay aos 16 anos! Quando a série começou, Randy tinha 23 anos, bem mais velho que Justin.

Diz que não agüentaria se conhecesse seu personagem na vida real: “Ele foi traído, aturou mentiras e foi constantemente humilhado por seu namorado, Brian, em quatro anos seguidos. Eu não conseguiria aturar o Justin se o conhecesse”, diz Randy sobre seu personagem.

Melanie – Michelle Clunie

O lado mais butch do casal de lésbicas da série Queer as Folk é Melanie. Virou chefe da casa quando a namorada estava grávida e gosta de tomar todas as decisões. Mas Michelle Clunie, a atriz que interpreta Melanie, não é lésbica!

Com 40 anos de idade, a atriz, que já foi bailarina, namora geralmente outros atores e diz-se que andou saindo com Gale Harold, o Brian de Queer as Folk. Nas horas vagas, trabalha como voluntária em uma ong que proporciona viagens de férias a pessoas que sofrem de doenças que apresentam risco à vida. Também já fez apresentações de Monólogos da Vagina, para arrecadar fundos de amparo às ongs que trabalham contra a violência que vitimiza mulheres. 

Lindsay – Thea Gill

A companheira de Melanie é Lindsay, mais feminina. A atriz Thea Gill também não é lésbica. Canadense, Thea é também uma maravilhosa cantora de jazz!

Emmett – Peter Paige

Finalmente outro gay assumido! Peter Paige, quase irreconhecível quando não está na pele de Emmett, o mais afeminado dos amigos de Queer As Folk, é gay. O ator já disse que se considera um cara másculo, mas que quando tem contato com seu lado feminino, sensível, é que fica ainda mais forte como homem.

Atuando em teatro desde os 6 anos de idade, Peter já participou de várias séries.

Ted – Scott Lowell

O mais chatinho dos personagens de Queer as Folk é Ted. O personagem é interpretado por Scott Lowell, que na vida real, não é gay!

O ator tem 45 anos de idade. O público de Queer as Folk não se impressionou muito com Ted, que no original britânico morria de overdose logo na primeira temporada, mas na versão americana sobreviveu e fez de tudo, até site pornô gay ao vivo, mas sempre acabou se dando mal…

Ben – Robert Gant


Ben é o namorado HIV+ de Michael (Hal Sparks) que entrou a partir da terceira temporada de Queer as Folk. E o lindíssimo ator Robert Gant, que interpreta Ben, é gay, e assumiu pouco antes de começar seu trabalho na série.

Robert, 42 anos, é também produtor de filmes e trabalha como voluntário em ongs que se dedicam ao trabalho com GLS idosos. Era advogado mas sempre atuou. Depois que se mudou para Los Angeles, resolveu investir de vez na carreira. 

Mataram a curiosidade? rs
Eu também!

Por: Edkarla Aniceto

Conservadores criticam GLEE e Lady Gaga

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A auto-aceitação foi a principal mensagem do último episódio de “Glee.” Apesar de uma mensagem positiva, os críticos dizem que o show da Fox deu um passo longe demais com seus scripts pró-gay.

“Esta é iniciativa depravada mais recente de Ryan Murphy (criador de “Glee”) para promover sua agenda gay,” disse Dan Gainor, vice-presidente de Negócios e Cultura da Media Research Center, à ABC News. Eles foram convidados a pensar em uma palavra ou frase que melhor descrevesse o que eles têm vergonha ou o que eles gostariam de mudar neles mesmos,” mas você não pode porque você nasceu assim,” como afirmou Miss Pillsbury. Isso foi depois impresso em camisetas brancas, as quais os alunos apresentaram orgulhosamente enquanto cantavam Gaga “Born This Way (Nascido desta forma).”


Algumas das letras de “Born This Way” incluem: Eu sou bonita em meu caminho, porque Deus não comete erros. Eu
estou no caminho certo baby, eu nasci assim. Não te escondas 
em arrependimento, só ame a si mesmo e pronto.


Gainor disse à ABC,” Esta é claramente a visão Ryan Murphy do que não deve ser crescer, não da maioria dos americanos. É uma escola em que a grande maioria dos pais não gostaria de enviar seus filhos também.”


O seriado tem sido acusado de promover a homossexualidade.

Os líderes religiosos comentam a música de Gaga. Dizem que a biologia não é algo determinante em nossas vidas, pois temos o poder da escolha e podemos escolher como nos comportaremos, tanto para o bem como para o mal. E que mesmo ela escolhendo o lado pecaminoso da vida, eles garantem que Deus tem uma plano melhor na vida dela e de todos nós.

Por: Edkarla Aniceto

As 10 mulheres mais cobiçadas pelas lésbicas

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Pegando carona no post aqui embaixo, vamos agora à lista das 10 mais cobiçadas. Não são necessariamente lésbicas ou solteiras.


A revista britânica Diva, voltada para as mulheres gays, trouxe um ranking com as celebridades mais desejadas por mulheres. Vamos à lista!

10. Drew Barrymore
Atriz

9. Salma Hayek
Atriz Mexicana

8. Charlize Theron
Atriz

7. Halle Berry
Atriz

6. Queen Latifah
Cantora e Atriz

5. Jodie Foster
Atriz

4. Sharon Stone
Atriz

3. Gina Gershon
Atriz e Dubladora

2. Portia de Rossi
Atriz

1. Angelina Jolie
Atriz

As atrizes tomaram praticamente o ranking todo. Lindas mulheres, bela lista.



Por: Edkarla Aniceto

As 10 celebidades gays mais cobiçadas do mundo!

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A revista americana Out, realizou uma pesquisa com seus leitores, para saber quais os 100 artistas gays mais cobiçados do mundo.


A revista masculina gay que fala de moda, entretenimento e estilo de vida, divulgou o ranking dos 10 primeiros colocados. Deixando seu público enlouquecido com o resultado.


Confiram!




Por Camila Albino

Estudantes lutam para defender identidade gay em universidades cristãs

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A luta de aceitação pelos alunos gays e lésbicas se fortalece em dois lugares onde menos se poderia esperar: escolas bíblicas e universidades cristãs. Afinal, as crenças defendidas por elas ainda veem a homossexualidade como pecado.

Décadas depois que o movimento pelo reconhecimento dos direitos dos homossexuais tomou de assalto a maioria das instituições de ensino americanas, os gays e lésbicas que estudam em escolas cristãs começam a querer “sair do armário”. Recentemente, começaram a exigir o direito de proclamar sua identidades e rejeitam as sugestões de buscar ajuda para suprimir seus desejos sexuais.

Muitos desses estudantes cresceram em lares cristãos e desenvolveram sua identidade sexual somente depois de iniciar o ensino superior. Não raro, após anos de tormento interior. Eles fazem parte de uma nova geração de jovens evangélicos que, acima de tudo, tem opiniões muito mais brandas sobre a homossexualidade que os seus antepassados.

Alguns dos poucos colégios religiosos liberais, como a Universidade Belmont, de Nashville, que tem origem batista, relutantemente permite a formação de grupos de estudantes homossexuais. Foram anos de intenso debate, e de a universidade já ter sabidamente forçado uma professora lésbica a demitir-se.

Mas a Baylor, maior universidade religiosa do país, com 15.000 alunos, se recusa a aprovar um fórum de discussão sobre sexualidade. “A Baylor espera que os alunos não participam de grupos que advoguem uma compreensão da sexualidade contrária aos ensinamentos bíblicos”, disse Lori Fogleman, porta-voz da Universidade fundada e gerida por batistas.
Apesar da rejeição, mais de 50 alunos continuam a fazer reuniões semanais para defender sua identidade sexual. Eles continuarão buscando o reconhecimento que viria com um status formal, disse Samantha A. Jones, presidente do grupo.
“O corpo discente em geral está pronto”, disse Saralyn Salisbury, namorada de Jones e também estudante da Baylor. “Mas a administração e os diretores ainda não”.
Na Universidade Cristã de Abilene, no Texas, vários alunos são abertamente homossexuais, e muitos outros estão pedindo por mudanças nos bastidores.
“Queremos tratar destas questões complexas, e dar ajuda e orientação aos estudantes que estão lutando contra a atração pelo mesmo sexo”, disse Jean-Noel Thompson, vice-presidente do departamento de vida estudantil da universidade. “Mas não vamos aceitar a defesa de uma identidade gay.”

Esses estudantes dizem que muitas vezes são questionados sobre o motivo de continuar em escolas cristãs. A verdade é que muitos foram criados em lares cristãos e seus pais tinham a expectativa que eles fizessem parte de uma escola religiosa. Muitos já lutavam antes contra sua homossexualidade. “Eles chegam na escola”, como um deles explica, “esperando que a vida na faculdade os transformasse em heterossexuais. Mas depois percebem que isso não acontece, então desistem de mudar”.
Fonte: notíciasgospelprime.com.br
” Eu acho incrível como ainda nos dias de hoje, os cristãos obrigam seus seguidores a “sentir” o que eles querem! E optam, por uma “verdade” fingida, tanto em igrejas, quanto nas universidades. Isso mostra como a igreja, ainda, não evoluiu no pensamento aberto. E continua  retrógrada em seus costumes e aceitações. Desse jeito fica difícil acreditar que Jesus ama os gays né? Aff…”
Por Camila Albino

Transexual espancado no McDonald’s

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No último dia 18 de abril duas jovens, uma de 14 e a outra de 18 anos, espancaram por bastante tempo Chrissy Poli. A cena de horror foi assistida por todos os funcionários da lanchonete, que em momento algum se propõem à ajudar Chrissy e um deles, ainda filma tudo do seu celular. As garotas só são expulsas do estabelecimento quando Chrissy começa a sangrar e a ter convulsões. McDonald’s soltou um comunicado oficial. E a franquia onde ocorreu o ataque brutal apenas demitiu o funcionário que filmou todo o ataque em seu celular.



Eis a nota divulgada pela rede McDonald’s, uma das maiores interessadas em resolver isso para preservar os valores que costuma passar à sociedade em anúncios e campanhas.

“Estamos chocados com o vídeo de uma de nossas franquias em Baltimore que mostra um ataque a uma cliente. Esse incidente é inaceitável, perturbador e constrangedor. McDonald’s se empenha em ser um ambiente seguro e receptivo a todos que nos visitam. Nada é mais importante para nós do que a segurança de nossos clientes e funcionários nos nossos restaurantes. Estamos em contato com a filial local e as autoridades para investigar o assunto”.

Por: Edkarla Aniceto